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Ferritina alta: o que comer?

Níveis altos de ferritina é um sinal de perigo. Conheça nesse artigo como essa proteína age no organismo e como mudar a sua dieta para equilibrar tais níveis.

A ferritina é uma proteína do corpo humano responsável pelo armazenamento e liberação de ferro de forma controlada no organismo. Praticamente todos os seres vivos tem a capacidade de produção dessa proteína, como por exemplo, as plantas, bactérias e animais.

Para o ser humano a ferritina funciona como um elemento regulador contra o déficit e sobrecarga de ferro. O ferro é um elemento essencial para que o corpo humano funcione de forma adequada, pois este mineral é indispensável para formação da hemoglobina, a qual está presente nos glóbulos vermelhos e tem a função de fazer o transporte de oxigênio por todas as partes do corpo.

Caso haja uma deficiência de ferro no organismo várias complicações médicas podem vir a surgir. Para fazer o controle e a medição dessa proteína é necessário fazer o exame de ferritina, que apontará uma análise sobre as reservas de ferro que o corpo tem.

Observação: Os órgãos que apresentam a maior quantidade de ferritina são o baço, a medula óssea e o fígado.

O feijão é fonte de ferro.

Feijão.
(Foto: Reprodução)

A ferritina geralmente se eleva quando o paciente tem gripe, pneumonia, câncer, gastroenterite ou simples resfriados, pois se trata da presença de um processo inflamatório agudo e crônico dentro do sistema imunológico.

Nesses casos, pode acontecer dos níveis de produção de ferritina se triplicarem sem ocorrer aumento de ferro no corpo.

Quando se tem os níveis de ferritina altos é necessário fazer mudanças imediatas nos hábitos alimentares e dietas. Entretanto, os alimentos com ferro, como a carne, lentilha e feijão não são os únicos vilões neste processo.

Várias condições metabólicas propiciam um descontrole na capacidade do fígado lidar com o metal, como por exemplo, a hepcidina, um hormônio responsável por este controle. Já a frutose (um tipo de açúcar), geralmente compromete o funcionamento regular do órgão, aumentando assim os níveis de ferritina, como nos de ácido úrico, de gordura intrahepática e causa também uma resistência a insulina.

Dieta recomendada para redução da ferritina:

  • Dieta com no máximo 7% de valor calórico proveniente de gordura saturada.
  • Ingerir quantidade menor de frutose.
  • Consumir carboidratos com baixo índice glicêmico.
  • Nível controlado de sódio.
  • Consumir no mínimo 30 gramas de fibras por dia.
  • Controle na quantidade de ferro ingerida.
  • Inserir chá verde e alimentos ricos em cálcio na alimentação.
  • Suplementação de vitaminas E e D.
  • Oferta de antioxidantes caso necessário.
  • Restrição maior quanto ao consumo de bebidas alcoólicas.
  • Indicação de exercícios aeróbicos e resistidos.
  • Uso de substâncias como silimarina, cafeína e cúrcuma.
  • Não usar panela de ferro para preparar refeições.

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